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quarta-feira, 24 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
Dia de São José
Hoje comemora-se o dia de São José e também o dia de todos os pais.
Oração pelos Pais.
Venho hoje a Ti, Senhor, pedir que estenda Tuas Mãos Divinas sobre todos os Pais, abençoando-os.
Abençoa, Senhor, o Pai amigo e companheiro, o Pai sempre presente, que oferece o colo e estende a mão, mas também o Pai ausente, colocando todo Teu Amor em seu coração.
Abençoa, Senhor, o Pai que hoje recebe o abraço de seus filhos e o Pai que chora a ausência do filho que partiu para Teus braços. Dai, a este, o consolo da mansa saudade e enxuga, com Teu Divino Manto, as lágrimas que vertem de seus olhos.
Estenda, Senhor, Tuas mãos de Amor sobre todos os Pais, concedendo a eles os dons da paciência, compreensão, tranqüilidade, ternura, justiça, fé na vida e em seus filhos, e Amor, muito Amor, para que cada filho seja, para seu pai, um pai, e para que cada pai seja, para seu filho, um filho.
E aos filhos, cujos Pais estão junto a Ti, dai a Fé e o entendimento de que os Pais nunca vão embora...
Abençoa, Senhor, o Pai amigo e companheiro, o Pai sempre presente, que oferece o colo e estende a mão, mas também o Pai ausente, colocando todo Teu Amor em seu coração.
Abençoa, Senhor, o Pai que hoje recebe o abraço de seus filhos e o Pai que chora a ausência do filho que partiu para Teus braços. Dai, a este, o consolo da mansa saudade e enxuga, com Teu Divino Manto, as lágrimas que vertem de seus olhos.
Estenda, Senhor, Tuas mãos de Amor sobre todos os Pais, concedendo a eles os dons da paciência, compreensão, tranqüilidade, ternura, justiça, fé na vida e em seus filhos, e Amor, muito Amor, para que cada filho seja, para seu pai, um pai, e para que cada pai seja, para seu filho, um filho.
E aos filhos, cujos Pais estão junto a Ti, dai a Fé e o entendimento de que os Pais nunca vão embora...
Eles apenas mudam de lugar...Maricell
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Para melhor ouvir desligue o music player ao lado na tabela.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Ultima Mensagem
Última Mensagem, 2010.2. março - Mensagem dada a vidente Mirjana
“Queridos filhos, neste tempo especial de seu esforço para estarem todos o mais perto de Meu Filho, do seu sofrimento, mas também do amor com o qual Ele o suportou, Eu desejo dizer a vocês que Eu estou com vocês. Eu ajudarei vocês a triunfarem sobre os erros e tentações com a Minha Graça. Eu ensinarei a vocês amor, amor o qual apaga todos os pecados e os fazem perfeitos, amor que dá a vocês a Paz de Meu Filho agora e para sempre.
“Queridos filhos, neste tempo especial de seu esforço para estarem todos o mais perto de Meu Filho, do seu sofrimento, mas também do amor com o qual Ele o suportou, Eu desejo dizer a vocês que Eu estou com vocês. Eu ajudarei vocês a triunfarem sobre os erros e tentações com a Minha Graça. Eu ensinarei a vocês amor, amor o qual apaga todos os pecados e os fazem perfeitos, amor que dá a vocês a Paz de Meu Filho agora e para sempre.
A Paz esteja com vocês e em vocês, porque Eu Sou a Rainha da Paz.
Obrigada. ”
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
A Cadeira de São Pedro
Pastorinhos de Fátima
Dia dos Pastorinhos de Fátima 20 de Fevereiro de 2010.
Já vou tarde mas aqui fica o registo.
Hino dos Pastorinhos
Cantemos, alegres, a uma só voz:
Francisco e Jacinta rogai por nós
Salve, salve, Pastorinhos
Nosso encanto e alegria
Salve, salve, pastorinhos
Predilectos de Maria
Vossos olhos inocentes
Contemplaram a Senhora
Dos seus filhos peregrinos
Carinhosa protectora
Sacrifício e oração
Foi a vossa vida inteira
Ao convite maternal
Da Senhora da azinheira
Praticando a caridade
Entregáveis com carinho
A merenda que leváveis
Ao primeiro pobrezinho
Caminhantes neste mundo
Ajudai-nos, cada dia
A viver sempre seguros
Sob o manto de Maria
A Senhora do Rosário
Pela vossa intercessão
Abençoe o Santo Padre
E nos leve à conversão
Contemplando Deus no Céu
Pelos anjos adorado
Alcançai o dom da paz
Para o mundo extraviado
Protegei a nossa Pátria
Para que, à sombra da cruz
Guarde sempre a fé cristã
E a verdade de Jesus
Cantemos, alegres, a uma só voz:
Francisco e Jacinta rogai por nós
Salve, salve, Pastorinhos
Nosso encanto e alegria
Salve, salve, pastorinhos
Predilectos de Maria
Vossos olhos inocentes
Contemplaram a Senhora
Dos seus filhos peregrinos
Carinhosa protectora
Sacrifício e oração
Foi a vossa vida inteira
Ao convite maternal
Da Senhora da azinheira
Praticando a caridade
Entregáveis com carinho
A merenda que leváveis
Ao primeiro pobrezinho
Caminhantes neste mundo
Ajudai-nos, cada dia
A viver sempre seguros
Sob o manto de Maria
A Senhora do Rosário
Pela vossa intercessão
Abençoe o Santo Padre
E nos leve à conversão
Contemplando Deus no Céu
Pelos anjos adorado
Alcançai o dom da paz
Para o mundo extraviado
Protegei a nossa Pátria
Para que, à sombra da cruz
Guarde sempre a fé cristã
E a verdade de Jesus
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Quarta-feira de Cinzas

Qual o sentido da celebração das Cinzas?
A intenção deste sacramental é levar-nos ao arrependimento dos pecadosA Quarta-feira de Cinzas foi instituída há muito tempo na Igreja; marca o início da Quaresma, tempo de penitência e oração mais intensa. Para os antigos judeus se sentar sobre as cinzas já significava arrependimento dos pecados e volta para Deus. As Cinzas bentas e colocadas sobre as nossas cabeças nos fazem lembrar que vamos morrer; que somos pó e que ao pó da terra voltaremos (cf. Gn 3, 19) para que nosso corpo seja refeito por Deus de maneira gloriosa para não mais perecer.
A intenção deste sacramental é levar-nos ao arrependimento dos pecados, marcando o início da Quaresma; e fazer-nos lembrar que não podemos nos apegar a esta vida achando que a felicidade plena possa ser construída aqui. É uma ilusão perigosa. A morada definitiva é o céu.
A maioria das pessoas, mesmo os cristãos, passa a vida lutando para "construir o céu na terra". É um grande engano. Jamais construíremos o céu na terra; jamais a felicidade será perfeita no vale em que o pecado transformou num vale de lágrimas. Devemos, sim, lutar para deixar a vida na terra cada vez melhor, mas sem a ilusão de que ficaremos sempre aqui.
Deus dispôs tudo de modo que nada fosse sem fim aqui nesta vida. Qual seria o desígnio do Senhor nisso? A cada dia de nossa vida temos de renovar uma série de procedimentos: dormir, tomar banho, alimentar-nos, etc... Tudo é precário, nada é duradouro, tudo deve ser repetido todos os dias. A própria manutenção da vida depende do bater interminável do coração e do respirar contínuo dos pulmões. Todo o organismo repete, sem cessar, suas operações para a vida se manter. Tudo é transitório... nada eterno. Toda criança se tornará um dia adulta e, depois, idosa. Toda flor que se abre logo estará murcha; todo dia que nasce logo se esvai... e assim tudo passa, tudo é transitório.
Por que será? Qual a razão de nada ser duradouro? Compra-se uma camisa nova e, logo, já está surrada; compra-se um carro novo e, logo, ele estará bastante rodado e vencido por novos modelos, e assim por diante.
A razão inexorável dessa precariedade das coisas também está nos planos de Deus. A marca da vida é a renovação. Tudo nasce, cresce, vive, amadurece e morre. A razão profunda dessa realidade tão transitória é a lição cotidiana que o Senhor nos quer dar de que esta vida é apenas uma passagem, um aperfeiçoamento, em busca de uma vida duradoura, eterna, perene.
Em cada flor que murcha e em cada homem que falece, sinto Deus nos dizer: "Não se prendam a esta vida transitória. Preparem-se para aquela que é eterna, quando tudo será duradouro, e nada precisará ser renovado dia a dia."
E isso mostra-nos também que a vida está em nós, mas não é nossa. Quando vemos uma bela rosa murchar é como se ela estivesse nos dizendo que a beleza está nela, mas não lhe pertence.
Ainda assim, mesmo com essa lição permanente que Deus nos dá, muitos de nós somos levados a viver como aquele homem rico da parábola narrada por Jesus. Ele abarrotou seus celeiros de víveres e disse à sua alma: "Descansa, come, bebe e regala-te" (Lc 12,19b); ao que o Senhor lhe disse: "Insensato! Nesta noite ainda exigirão de ti a tua alma" (Lc 12,20).
A efemeridade das coisas é a maneira mais prática e constante encontrada por Deus para nos dizer, a cada momento, que aquilo que não passa, que não se esvai, que não morre, é aquilo de bom que fazemos para nós mesmos e, principalmente, para os outros. Os talentos multiplicados no dia a dia, a perfeição da alma buscada na longa caminhada de uma vida de meditação, de oração, de piedade, essas são as coisas que não passam, que o vento do tempo não leva e que, finalmente, nos abrirão as portas da vida eterna e definitiva, quando "Deus será tudo em todos" (cf. 1 Cor 15,28).
A transitoriedade de tudo o que está sob os nossos olhos deve nos convencer de que só viveremos bem esta vida se a vivermos para os outros e para Deus. São João Bosco dizia que "Deus nos fez para os outros". Só o amor, a caridade, o oposto do egoísmo, pode nos levar a compreender a verdadeira dimensão da vida e a necessidade da efemeridade terrena.
Se a vida na terra fosse incorruptível, muitos de nós jamais pensaríamos em Deus e no céu. Acontece que o Todo-poderoso tem para nós algo mais excelente, aquela vida que levou São Paulo a exclamar:
"Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou (Is 64,4), tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam" (1 Cor 2,9).
A corruptibilidade das coisas da vida deve nos convencer de que Deus quer para nós uma vida muito melhor do que esta - uma vida junto d'Ele. E, para tal, o Senhor não quer que nos acostumemos com esta [vida], mas que busquemos a outra com alegria, onde não haverá mais sol porque o próprio Deus será a luz, nem haverá mais choro nem lágrimas.
Aqueles que não creem na eternidade jamais se conformarão com a precariedade desta vida terrena, pois sempre sonharão com a construção do céu nesta terra. Para os que creem a efemeridade tem sentido: a vida “não será tirada, mas transformada”; o "corpo corruptível se revestirá da incorruptibilidade" (cf 1Cor 15,54) em Jesus Cristo.
Santa Teresinha não se cansava de exclamar:
“Tenho sede do Céu, dessa mansão bem-aventurada, onde se amará Jesus sem restrições. Mas, para lá chegar é preciso sofrer e chorar; pois bem! Quero sofrer tudo o que aprouver a meu Bem Amado, quero deixar que Ele faça de sua bolinha o que Ele quiser”.
São Paulo lembrou aos filipenses: “Nós somos cidadãos do Céu!. É de lá que também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo. Ele transformará nosso corpo miserável, para que seja conforme o seu corpo glorioso, em virtude do poder que tem de submeter a si toda a criatura” (Fl 3, 20-21).
A esperança do Céu e da Sua glória fazia o Apóstolo dizer:
“Os olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou (Is 64,4), o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Cor 2,9).
E essa esperança lhe dava as forças necessárias para vencer as tribulações: “Tenho para mim que os sofrimentos da vida presente não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada” (Rom 8,18).
Este é o sentido das Cinzas.
Felipe Aquino
A intenção deste sacramental é levar-nos ao arrependimento dos pecadosA Quarta-feira de Cinzas foi instituída há muito tempo na Igreja; marca o início da Quaresma, tempo de penitência e oração mais intensa. Para os antigos judeus se sentar sobre as cinzas já significava arrependimento dos pecados e volta para Deus. As Cinzas bentas e colocadas sobre as nossas cabeças nos fazem lembrar que vamos morrer; que somos pó e que ao pó da terra voltaremos (cf. Gn 3, 19) para que nosso corpo seja refeito por Deus de maneira gloriosa para não mais perecer.
A intenção deste sacramental é levar-nos ao arrependimento dos pecados, marcando o início da Quaresma; e fazer-nos lembrar que não podemos nos apegar a esta vida achando que a felicidade plena possa ser construída aqui. É uma ilusão perigosa. A morada definitiva é o céu.
A maioria das pessoas, mesmo os cristãos, passa a vida lutando para "construir o céu na terra". É um grande engano. Jamais construíremos o céu na terra; jamais a felicidade será perfeita no vale em que o pecado transformou num vale de lágrimas. Devemos, sim, lutar para deixar a vida na terra cada vez melhor, mas sem a ilusão de que ficaremos sempre aqui.
Deus dispôs tudo de modo que nada fosse sem fim aqui nesta vida. Qual seria o desígnio do Senhor nisso? A cada dia de nossa vida temos de renovar uma série de procedimentos: dormir, tomar banho, alimentar-nos, etc... Tudo é precário, nada é duradouro, tudo deve ser repetido todos os dias. A própria manutenção da vida depende do bater interminável do coração e do respirar contínuo dos pulmões. Todo o organismo repete, sem cessar, suas operações para a vida se manter. Tudo é transitório... nada eterno. Toda criança se tornará um dia adulta e, depois, idosa. Toda flor que se abre logo estará murcha; todo dia que nasce logo se esvai... e assim tudo passa, tudo é transitório.
Por que será? Qual a razão de nada ser duradouro? Compra-se uma camisa nova e, logo, já está surrada; compra-se um carro novo e, logo, ele estará bastante rodado e vencido por novos modelos, e assim por diante.
A razão inexorável dessa precariedade das coisas também está nos planos de Deus. A marca da vida é a renovação. Tudo nasce, cresce, vive, amadurece e morre. A razão profunda dessa realidade tão transitória é a lição cotidiana que o Senhor nos quer dar de que esta vida é apenas uma passagem, um aperfeiçoamento, em busca de uma vida duradoura, eterna, perene.
Em cada flor que murcha e em cada homem que falece, sinto Deus nos dizer: "Não se prendam a esta vida transitória. Preparem-se para aquela que é eterna, quando tudo será duradouro, e nada precisará ser renovado dia a dia."
E isso mostra-nos também que a vida está em nós, mas não é nossa. Quando vemos uma bela rosa murchar é como se ela estivesse nos dizendo que a beleza está nela, mas não lhe pertence.
Ainda assim, mesmo com essa lição permanente que Deus nos dá, muitos de nós somos levados a viver como aquele homem rico da parábola narrada por Jesus. Ele abarrotou seus celeiros de víveres e disse à sua alma: "Descansa, come, bebe e regala-te" (Lc 12,19b); ao que o Senhor lhe disse: "Insensato! Nesta noite ainda exigirão de ti a tua alma" (Lc 12,20).
A efemeridade das coisas é a maneira mais prática e constante encontrada por Deus para nos dizer, a cada momento, que aquilo que não passa, que não se esvai, que não morre, é aquilo de bom que fazemos para nós mesmos e, principalmente, para os outros. Os talentos multiplicados no dia a dia, a perfeição da alma buscada na longa caminhada de uma vida de meditação, de oração, de piedade, essas são as coisas que não passam, que o vento do tempo não leva e que, finalmente, nos abrirão as portas da vida eterna e definitiva, quando "Deus será tudo em todos" (cf. 1 Cor 15,28).
A transitoriedade de tudo o que está sob os nossos olhos deve nos convencer de que só viveremos bem esta vida se a vivermos para os outros e para Deus. São João Bosco dizia que "Deus nos fez para os outros". Só o amor, a caridade, o oposto do egoísmo, pode nos levar a compreender a verdadeira dimensão da vida e a necessidade da efemeridade terrena.
Se a vida na terra fosse incorruptível, muitos de nós jamais pensaríamos em Deus e no céu. Acontece que o Todo-poderoso tem para nós algo mais excelente, aquela vida que levou São Paulo a exclamar:
"Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou (Is 64,4), tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam" (1 Cor 2,9).
A corruptibilidade das coisas da vida deve nos convencer de que Deus quer para nós uma vida muito melhor do que esta - uma vida junto d'Ele. E, para tal, o Senhor não quer que nos acostumemos com esta [vida], mas que busquemos a outra com alegria, onde não haverá mais sol porque o próprio Deus será a luz, nem haverá mais choro nem lágrimas.
Aqueles que não creem na eternidade jamais se conformarão com a precariedade desta vida terrena, pois sempre sonharão com a construção do céu nesta terra. Para os que creem a efemeridade tem sentido: a vida “não será tirada, mas transformada”; o "corpo corruptível se revestirá da incorruptibilidade" (cf 1Cor 15,54) em Jesus Cristo.
Santa Teresinha não se cansava de exclamar:
“Tenho sede do Céu, dessa mansão bem-aventurada, onde se amará Jesus sem restrições. Mas, para lá chegar é preciso sofrer e chorar; pois bem! Quero sofrer tudo o que aprouver a meu Bem Amado, quero deixar que Ele faça de sua bolinha o que Ele quiser”.
São Paulo lembrou aos filipenses: “Nós somos cidadãos do Céu!. É de lá que também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo. Ele transformará nosso corpo miserável, para que seja conforme o seu corpo glorioso, em virtude do poder que tem de submeter a si toda a criatura” (Fl 3, 20-21).
A esperança do Céu e da Sua glória fazia o Apóstolo dizer:
“Os olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou (Is 64,4), o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Cor 2,9).
E essa esperança lhe dava as forças necessárias para vencer as tribulações: “Tenho para mim que os sofrimentos da vida presente não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada” (Rom 8,18).
Este é o sentido das Cinzas.
Felipe Aquino
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor FelipeSite do autor: www.cleofas.com.br
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Ouçam a Voz do Céu

Última Mensagem, 2010. 2. fevereiro - Mensagem dada a vidente Mirjana
“Queridos filhos; Com amor maternal, hoje eu os convido a ser um farol para todas as almas que vagueiam na escuridão da ignorância do amor de Deus.
Que vocês possam brilhar com todo o brilho e atrair o maior número de almas, não permitem que as inverdades que saem de sua boca silenciem a sua consciência.
Sejam perfeitos.
Eu os estou conduzindo com minha mão materna
uma mão de amor.
Obrigada. ”
.
Mensagem, 2010 25. janeiro
“Queridos filhos!
Mensagem, 2010 25. janeiro
“Queridos filhos!
Que este tempo seja um tempo de oração pessoal para vocês, para que a semente da fé possa crescer em seus corações, e possa ela crescer em um alegre testemunho para os outros e EU desejo inspirar todos vocês:
cresçam e alegrem-se no Senhor que os criou.
Obrigada por terem respondido ao Meu Apelo. ”
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Hoje é Dia da Senhora das Candeias

Nossa Senhora dos Navegantes (Nossa Senhora das Candeias)
A designação Nossa Senhora dos Navegantes (ou Senhora das Candeias), originou-se no século XV, com a navegação dos europeus, especialmente dos portugueses.
Aqueles que viajavam, pediam proteção à Nossa Senhora, para retornarem salvos à pátria.
O simbolismo da mulher corajosa e orientadora dos viajantes, fez com que Maria fosse vista como uma eterna vencedora dos inimigos das tempestades.
Costuma-se festejar o dia que lhe é dedicado, com uma grande procissão fluvial no Brasil.
Também conhecida pelos devotos como festa de Nossa Senhora das Candeias é comemorada desde o século IV, substituindo os ritos pré-cristãos da fertilidade.
Candeias são pequenos aparelhos de iluminação, suspensos por um prego, com recipientes de folha-de-flandres, barro, ou outro material, abastecidos com óleo, no qual se embebe uma torcida.
Segundo a lei mosaica, todo filho varão deve ser apresentado no Templo após quarenta dias do seu nascimento, onde a mãe é submetida a um ritual de purificação.
Nossa Senhora se submeteu a essa lei, apresentando o menino Jesus no Templo Sagrado.
Esta festividade dos luzeiros foi denominada "Candeias", porque ainda hoje percorre-se o caminho que Maria fez até o Templo. Os fiéis seguem em procissão, levando nas mãos velas acessas.
Nossa Senhora das Candeias é a padroeira dos alfaiates e das costureiras.
A designação Nossa Senhora dos Navegantes (ou Senhora das Candeias), originou-se no século XV, com a navegação dos europeus, especialmente dos portugueses.
Aqueles que viajavam, pediam proteção à Nossa Senhora, para retornarem salvos à pátria.
O simbolismo da mulher corajosa e orientadora dos viajantes, fez com que Maria fosse vista como uma eterna vencedora dos inimigos das tempestades.
Costuma-se festejar o dia que lhe é dedicado, com uma grande procissão fluvial no Brasil.
Também conhecida pelos devotos como festa de Nossa Senhora das Candeias é comemorada desde o século IV, substituindo os ritos pré-cristãos da fertilidade.
Candeias são pequenos aparelhos de iluminação, suspensos por um prego, com recipientes de folha-de-flandres, barro, ou outro material, abastecidos com óleo, no qual se embebe uma torcida.
Segundo a lei mosaica, todo filho varão deve ser apresentado no Templo após quarenta dias do seu nascimento, onde a mãe é submetida a um ritual de purificação.
Nossa Senhora se submeteu a essa lei, apresentando o menino Jesus no Templo Sagrado.
Esta festividade dos luzeiros foi denominada "Candeias", porque ainda hoje percorre-se o caminho que Maria fez até o Templo. Os fiéis seguem em procissão, levando nas mãos velas acessas.
Nossa Senhora das Candeias é a padroeira dos alfaiates e das costureiras.
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